O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva expressou sua insatisfação durante a abertura da 17ª Caravana Federativa em São Paulo, devido à redução de apenas 0,25 ponto percentual na taxa Selic, decidida pelo Copom, que alegou um ambiente externo incerto por conflitos geopolíticos no Oriente Médio.
Lula esperava um corte de pelo menos 0,5 ponto percentual e questionou se a justificativa da guerra influenciou a decisão do BC. Ele ressaltou o esforço para impulsionar a economia, gerar empregos e aumentar os salários, afirmando que o corte não atende aos interesses do povo brasileiro.
O deputado Orlando Silva também criticou a decisão, argumentando que a redução de 0,25% na taxa Selic beneficia a agiotagem em detrimento dos trabalhadores e produtores. Ele defendeu a necessidade de um projeto nacional de desenvolvimento, como a Nova Indústria Brasil, para reindustrializar o país.
A política monetária é fundamental para o crescimento econômico, estimulando investimentos, consumo e bem-estar das famílias, segundo o deputado.
