O corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, estipulou um prazo de 12 horas para que a Meta apresente informações acerca de conteúdos políticos que estão sendo investigados. O descumprimento dessa ordem poderá resultar em uma multa de R$ 100 mil por hora.
A empresa deverá esclarecer a origem das visualizações, o alcance entre seguidores e não seguidores, além dos métodos de distribuição utilizados. Cueva considerou que a justificativa técnica apresentada para o adiamento na entrega dos dados é insuficiente.
As informações solicitadas servirão para embasar a análise do pedido da campanha do presidente Lula, que busca impedir que os perfis de Nikolas Ferreira e Pablo Marçal sejam recomendados a não seguidores. A decisão sobre essa restrição ainda está pendente.
A Polícia Federal irá incluir a disputa pela posse de um imóvel na Ilha Comprida, em Angra dos Reis (RJ), no inquérito que investiga as relações entre o senador Flávio Bolsonaro e o advogado Willer Tomaz.
O jogador Richarlison acusa os dois de terem articulado a retirada de sua posse após ele investir R$ 10 milhões no local. Essa incorporação ocorre após Lula anunciar que solicitou uma investigação sobre o caso.

