O cenário de consumo no Brasil tem apresentado um crescimento significativo sob a gestão do presidente Lula (PT). A comercialização de automóveis novos está prestes a registrar a maior elevação em 12 anos. Além disso, as redes de varejo já notam um aumento nas vendas, impulsionado pela melhoria na renda das famílias após a proibição das apostas online. Esses dados são respaldados pela recente pesquisa Latam Pulse, realizada pela Atlas Intel/Bloomberg, que revela um acréscimo de 25,9 pontos no Índice de Confiança do Consumidor (Atlas-CCI) em apenas um mês.
Conforme o índice publicado na quarta-feira (14), a confiança do consumidor brasileiro saltou de 101,2 pontos em agosto para 127,1 pontos em setembro, atingindo assim o nível mais elevado já registrado pela pesquisa no país. Em comparação, na Colômbia (93,5), no Chile (90,8), no México (88,4), no Peru (75,4) e na Argentina (66,7), as pontuações são inferiores, indicando insatisfação ou pessimismo. Em geral, pontuações abaixo de 100 refletem uma percepção negativa, enquanto valores acima desse número denotam otimismo.
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O mesmo relatório ressalta que o Índice de Expectativas alcançou uma marca de 150,1 pontos. Esse indicador é fundamental para elevar o Índice de Confiança do Consumidor e reflete as expectativas para os próximos seis meses em relação à economia nacional, à situação familiar e ao mercado de trabalho, bem como a intenção de aquisição de bens duráveis. Em contrapartida, o Índice que avalia a situação atual encontra-se em 94,9 pontos.
Expectativas
As ações adotadas pelo governo Lula têm contribuído significativamente para essa melhoria nas expectativas econômicas. A pesquisa aponta que 76% dos entrevistados acreditam que a condição do Brasil deve apresentar avanços nos próximos seis meses; 70% estão otimistas quanto à melhoria das oportunidades de emprego e 74% acreditam na melhora da situação financeira das famílias.
Além disso, um dado relevante indica que 49,1% dos brasileiros pretendem aumentar suas compras de bens duráveis – uma elevação considerável em relação aos 32,5% registrados em agosto. Isso sugere que os cidadãos estão com mais recursos disponíveis para gastar.
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É importante lembrar que recentemente o presidente Lula implementou diversas medidas econômicas significativas. Entre elas estão a isenção do imposto de renda para quem recebe até R$ 5 mil mensais e o aumento nos valores do Bolsa Família. Outras iniciativas incluem o término das apostas online e reformas tributárias que facilitam a renegociação de dívidas. Os resultados da política de valorização do salário mínimo também têm contribuído para esse efeito positivo acumulado ao longo dos últimos anos.
Além disso, embora esteja fora do período da pesquisa mencionada, o governo atualmente debate publicamente o projeto que propõe o fim da escala 6×1 e busca ampliar as condições de crédito e aumentar os limites para Microempreendedores Individuais (MEIs).
Situação econômica
A avaliação dos brasileiros sobre a economia e o mercado de trabalho revela que 40% consideram a situação do emprego como boa; 24% a vêem como normal e 36% como ruim. No tocante à condição das famílias, 40% afirmam estar em uma boa situação financeira; 28% dizem ser normal e 33% consideram ruim. No panorama geral do Brasil, 54% têm uma visão negativa da atualidade; enquanto apenas 32% se mostram otimistas e 14% julgam a situação como normal.
A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg foi realizada com um total de 5.026 pessoas através de recrutamento digital aleatório entre os dias 3 e 8 de outubro. O estudo possui registro no TSE sob o número BR-03663/2026 e apresenta um nível de confiança estimado em 95%.
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