Em 2025, o Brasil registrou a marca de 103 milhões de trabalhadores ocupados, alcançando assim o mais alto nível de emprego desde que a série começou em 2012. O total de pessoas desempregadas também apresentou uma queda significativa, atingindo 6,1 milhões, o que representa o menor número registrado até hoje.
Essas informações foram extraídas da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua – Características Adicionais do Mercado de Trabalho, que foi divulgada nesta quarta-feira (23) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O índice de ocupação em 2025 foi estimado em 59,1%. Esse percentual reflete um crescimento de 1,7% quando comparado ao ano anterior, com a população ocupada atingindo seu maior patamar histórico.
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Além disso, houve um aumento de 0,8% na população em idade para trabalhar, que agora é composta por 174,1 milhões de indivíduos.
No que diz respeito à formalização no mercado laboral, o contingente de trabalhadores formais atingiu 38,9 milhões em 2025, estabelecendo um novo recorde. Contudo, esse número representa apenas 37,8% do total, ainda inferior aos índices de 2014, quando o percentual era de 40,2%.
A pesquisa também revela um avanço notável da presença feminina no mercado de trabalho. O número total de mulheres empregadas chegou a 44,8 milhões, correspondendo a 43,5% da força laboral.
Desde o início da série histórica em 2012, a participação das mulheres no mercado cresceu em impressionantes 20,5%, com a inclusão de cerca de 7,6 milhões de trabalhadoras. Em comparação, em 2012 havia apenas 37,2 milhões de mulheres empregadas.
Quanto aos homens, foram contabilizados 58,2 milhões deles no mercado trabalhista, representando 56,5% do total. O crescimento neste grupo foi de 11,7%, resultando na inclusão de mais 6,1 milhões de homens empregados.
No mesmo período analisado pelo IBGE, aproximadamente 4,9 milhões de trabalhadores atuaram nas áreas públicas como administração pública e defesa além dos setores educacional e saúde. Outros 3,8 milhões contribuíram nas áreas financeiras e administrativas.
A análise final indica que nunca houve tantas pessoas empregadas no Brasil quanto neste momento da série histórica do IBGE.

